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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

como uma estação que passa 
o vinho aberto respira
e retém o silêncio absorvido
na própria demência.

numa bandeja de prata, minha cabeça.
com algumas frutas vermelhas
para as crianças que choram 
por uma palavra encontrada
e fatalmente perdida.

enquanto lá fora 
os protestos seguem
sob balas de borracha.

Agora é tempo de orquídeas
e amanhã é sempre amanhã:
uma estética possível
de nossas impotências.


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

10ª Bienal do Livro da Bahia

amigos, colegas, curiosos, vampiros, anjos, flores de todo tipo, reis e extraterrestes; a convite do poeta José Inácio Vieira de Melo, vou levar meu filho morto (estudos do corpo) para passear pela praça de cordel e poesia na 10ª Bienal do Livro da Bahia, no terceiro dia de novembro, às 18 horas. 
 


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

PARA COMPOR QUINTAIS


Observa atento
a passagem dos dias

Deveria ser assim o meu canto de amor?
Um passavento nas folhas?

Ontem mesmo avistei um fruto
e lembrei da árvore imensa
de onde desciam coloridas sedas
e formavam redes, tuas pontes.

E lá embaixo, zanzando
com os fones de ouvido,
eu estive lembrando
de algumas palavras
feitas de água e doçura
e do delicado pássaro
que hoje é só mais um andrajo
entre as coisas.

Tu que me ensinaste o mundo,
observaria atento, se soubesses o quanto
vivo e pertencido, embora sem jeito
meu amor é fruto
que se abre
 em silêncio.


domingo, 11 de setembro de 2011

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