no corpo há um plexo
que dilata e tenta
investigar luzes:
uma bola de fogo
teu amor pelo mundo
e eu mudo.
domingo, 13 de dezembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
da luz [1]
O que trago e não identifico
São cores e luzes
Que ainda não sei
Mas pressinto
Em meu amor à natureza
aquilo que não tem medida.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Fliner 1.1

Deixo sempre meu celular descarregar a bateria para carregá-lo. Sou viciado em hiatos e cigarros. Não tomo leite. Adoro quando chove. Às vezes durmo. Tenho cáries. Sou de lua. Meus sapatos são todos iguais, exceto as cores. Acredito em extraterrestres. Não acredito em reencarnação. Tenho incompatibilidade com vodka. Nem tudo que escrevo é verdade. Nada do que escrevo é verdade. Nem toda verdade é verdade. Tenho idealite, sinusite e renite. Não sou bom em jogos. Eu mesmo corto meu cabelo. Odeio fazer minha própria comida. ?Não acredito na filosofia, no meu chefe e no Brasil. Quando morremos viramos nuvem. O que me apavora nos dentistas não são as máquinas, mas os preços; e nos mercados não os preços, mas as filas.
O que me apavora no homem sou eu mesmo:
autodestrutivo, repetitivo e ansioso.
terça-feira, 7 de julho de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
loop
a concha. a chuva. a demora das coisas. o rastro. demora-te tanto
que chego a inventar escadas. barbantes de cobre. tecido na boca
janelas atentas a tua passagem. a chuva. às trÊs. manchas de ketchup.
pornografias.trÊs páginas de rocambole. repetições. teu corpo
desligo a luz. penso num túnel
e na demora das coisas
[ loop ]
que chego a inventar escadas. barbantes de cobre. tecido na boca
janelas atentas a tua passagem. a chuva. às trÊs. manchas de ketchup.
pornografias.trÊs páginas de rocambole. repetições. teu corpo
desligo a luz. penso num túnel
e na demora das coisas
[ loop ]
sexta-feira, 17 de abril de 2009
PROA
o amor é uma escolha
deixo-o em pontas
em fibras finíssimas
banhadas de cobre
e de escamas
os peixes invento
na turvidez da bebida
na boca do pássaro
ou nas pontas dos pés
a nuvem agora cobre
o sol num postal
gaivotas e klimt
soterrados.
deixo-o em pontas
em fibras finíssimas
banhadas de cobre
e de escamas
os peixes invento
na turvidez da bebida
na boca do pássaro
ou nas pontas dos pés
a nuvem agora cobre
o sol num postal
gaivotas e klimt
soterrados.
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